Citrus Research & Technology
https://citrusrt.ccsm.br/article/doi/10.4322/crt.ICC041
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Article

Citrus tristeza virus replication and movement in seedling trees of 71 rootstock genotypes  

Replicação e movimento do vírus da tristeza dos citros em 71 genótipos de porta-enxertos 

Malcolm Wesley Smith, Toni Karen Newman, Debra Lorraine Gultzow

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Abstract

Citrus tristeza virus (CTV) replication and movement were studied in 1-year-old seedlings of 71 rootstock genotypesi, by inoculation with buds of an Imperial mandarin carrying multiple endemic strains of CTV including those causing seedling-yellows and quick-decline, but free of orange-stem-pitting strains. A virus-free Rough lemon bud was inserted 30-40 mm above the infected bud on each of the 965 nursery trees to study virus movement. A further subset of 226 trees of the same rootstock genotypes were budded with virus-free Imperial mandarin to serve as a control. Virus replication was detected (using direct tissue blot immunoassay) in most seedlings within six months of budding, with levels of infection indicating significant differences between nucellar selections, hybrid families, and within hybrid families. Genotypes lacking Poncirus in their pedigree were rapidly colonised by the virus, while those with Poncirus parentage were often either resistant or slow to replicate CTV. Large differences in the percentage of infected seedlings from Citrus x Poncirus hybrid families indicate that transmission of resistance is complex and not independent of the seed parent. CTV moved rapidly even in resistant genotypes with 100% of virus-free Rough lemon buds acquiring the virus within three months of budding. Tolerance to the diseases caused by CTV is an essential requirement of rootstocks used in Australia and this work has helped to describe initial virus replication in existing and potentially new commercial rootstocks.
 

Keywords

resistance breeding, germplasm, segregation, Poncirus, virus

Resumo

A replicação e o movimento do vírus da tristeza dos citros (CTV) foram estudados em mudas de 1 ano de idade de 71 genótipos de porta-enxertos, por inoculação com brotos de tangerina Imperial com múltiplas estirpes endêmicas de CTV, incluindo aquelas que causam amarelecimento e declínio rápido, mas livres de estirpes stem-pitting. Uma borbulha de limão rugoso sem vírus foi inserida 30-40 mm acima da borbulha infectada em cada uma das 965 mudas para estudar o movimento do vírus. Um outro subconjunto de 226 plantas dos mesmos genótipos de porta-enxertos foi enxertado com tangerina Imperial sem vírus para servir de controle. A replicação do vírus foi detectada (usando imunoensaio direto de transferência de tecido) na maioria das mudas, no prazo de seis meses da enxertia, com níveis de infecção indicando diferenças significativas entre seleções nucelares e famílias híbridas, e dentro de famílias híbridas. Os genótipos que não possuíam Poncirus em sua composição genética foram rapidamente colonizados pelo vírus, enquanto aqueles com parentesco de Poncirus foram em sua maioria resistentes ou lentos para replicar CTV. Grandes diferenças na porcentagem de mudas infectadas dos híbridos Citrus x Poncirus indicam que a transmissão de resistência é complexa e não independente da semente parental. CTV moveu-se rapidamente, mesmo em genótipos resistentes com 100% de borbulhas de limão rugoso sem vírus, adquirindo o vírus dentro de três meses da enxertia. A tolerância às doenças causadas por CTV é um requisito essencial dos porta-enxertos usados na Austrália e esse trabalho ajudou a descrever a replicação inicial do vírus em porta-enxertos comerciais e potencialmente novos.

Palavras-chave

melhoramento para resistência, germoplasma, segregação, Poncirus, vírus.
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