Citrus Research & Technology
https://citrusrt.ccsm.br/article/doi/10.4322/crt.17219
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Artigo

Refrigeração e cera na conservação pós-colheita da tangerina IAC 2019Maria

Julia Claudiane da Veiga, Mariane Aparecida Barbará, Bárbara Marçon Pereira da Silva, Sílvia Regina de Toledo Valentini, Mariângela Cristofani-Yaly & Ilana Urbano Bron

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Resumo

A tangerina brasileira IAC 2019Maria é uma alternativa promissora para um mercado desprovido de opções. Objtevou-se com esse trabalho avaliar o potencial da refrigeração e da associação desta com o recobrimento à base de cera na conservação pós-colheita da tangerina IAC 2019Maria. No primeiro experimento, frutos foram armazenados a 24, 10 e 5 °C por 18 dias, seguidos de transferência para 24 °C por mais 18 dias. No segundo experimento, frutos sem e com aplicação de cera à base de carnaúba (12%) foram armazenados a 24 e 5 °C por 18 dias, seguidos de transferência para 24 °C por mais 18 dias. Frutos armazenados a 5 e 10 °C mantiveram a firmeza com menor perda de massa, quando comparados aos frutos armazenados a 24 °C. Frutos refrigerados também apresentaram menor incidência de podridões e manutenção da aparência durante a comercialização simulada, especialmente aqueles anteriormente mantidos a 5 °C. A aplicação da  cera diminuiu a perda de massa e firmeza em frutos mantidos constantemente a 24 °C. Também naqueles anteriormente refrigerados a 5 °C, a aplicação da cera foi responsável pela menor perda de firmeza e massa, com menor incidência de podridões. A utilização de cera não interferiu nos atributos sensoriais da tangerina. Conclui-se que a refrigeração a 5 e 10 °C por 18 dias é eficiente para a conservação da tangerina IAC 2019Maria e que há efeito aditivo da cera à base de carnaúba (12%) na conservação de frutos previamente refrigerados a 5 °C. 

Palavras-chave

Citrus reticulata, Citrus sinensis, citros, qualidade.
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